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Árvore do Leite

ÁRVORE GENEALÓGICA DO LEITE

Certamente o maior desafio da arvoredoleite.org será desvendar a origem da imagem da Árvore Genealógica do Leite. Até o presente momento, temos apenas registros dos relatos e documentos que foram obtidos em pesquisa realizada durante os últimos anos. Entretanto, há muito ainda para ser descoberto sobre esta enigmática imagem. Fazendo uso do termo “Árvore Genealógica”, comumente utilizado para referenciar o estudo da ascendência e relações familiares, a Árvore Genealógica do Leite é uma forma inteligente, prática e visual de mostrar a diversidade do leite tanto sob o ponto de vista dos componentes, como também na produção dos inúmeros derivados. Pouco conhecida e divulgada por profissionais da área, a Árvore do Leite passou anos sem o seu devido reconhecimento.

O PRIMEIRO REGISTRO NO BRASIL

No Brasil, o registro mais antigo está na Biblioteca Otto Frensel, do renomado Instituto de Laticínios Cândido Tostes, em Juiz de Fora/MG. Um painel de 1,80 metros de altura por 1,0 metro de largura pintado artesanalmente, esta fixado à uma estrutura de tubos de aço, formando assim, um suporte que permite o mesmo apoiar-se no chão, formando o conjunto completo, um display que fica à mostra para o público.

Este painel, atualmente, já mostra sinais de desgaste devido à ação do tempo e a manipulação. Não existe registro com a data da pintura ou mesmo o nome do artista.

Esta obra faz parte do acervo histórico de uma Instituição fundada em 1935, que desde então se dedica exclusivamente ao tema leite. Relatos de pessoas ligadas ao Instituto informam que este painel data da década de 1950, sendo este então o registro mais confiável que temos até o presente momento. Neste painel, existe uma citação em referência ao Instituto Lactológico de Kiel (Alemanha), sugerindo que o mesmo foi adaptado ou traduzido de uma versão presente nesta Instituição

90 componentes e 70 derivados! Estas são as indicações presentes neste painel. Os componentes estão distribuídos nas extremidades finais dos galhos, e partir destas extremidades, os derivados vão aparecendo agrupados por similaridade, até o tronco da árvore, onde se pode observar a representação dos cortes ou “sangria” com os coletores adequadamente posicionados, formando diferentes linhas de produtos.

Nesta versão da árvore, as folhas não foram representadas, mostrando uma imagem típica da época de outono nos países de clima temperado